Deixo aqui um pouco de mim. Deixe-me um pouco de você!





Sinto a lágrima que cai

Doendo no íntimo da alma

Queimando-me sem pudor

Pela ferida que deixou

Ó dor que não me abandona

Que não há como remediar

Trepida meu pensamento

Dilacerando todo o limiar

Cai a noite o meu pranto

Sedenta de alento calmante

Pelo que não há como curar

É o amor doído e traído

Pelo jurar do teu amar

E repudiado só sabe chorar.

(J.L.)


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