Deixo aqui um pouco de mim. Deixe-me um pouco de você!






E tudo se vai

E muito fica no passado

As vezes tenho saudades de mim

As vezes não tenho saudade de nada

Fico a mercê da escolha

Quero ir mais além

Onde não me prendo a ninguém

Onde detenho certo porém

Vou-me

Por vezes cansada e fadigada

As vezes forte como a correnteza

As vezes choro de tanta fragilidade

Não devo parar

E é difícil andar

Onde os pés desejam descansar

Onde a esperança esquece de florar

A vida passando

E eu saindo de mim

As vezes fugindo

Onde não devo encontrar-me.

(J.L.)

1 comentários:

Rosália Aguiar disse...

Belo,
verdadeiro
sentimento,
Alma de Jeania...

Beijo amiga!