Deixo aqui um pouco de mim. Deixe-me um pouco de você!






De todos os dias que me torturam
Hoje me foi o pior
É como sentir a própria morte
Por longo momento
Acariciando a cova que me espera
E me veio o medo
O desespero
Ritmado pelo pensamento
Do que há de vir depois daqui
Muito além desta pobre vida
Perdida e sem sentido
Que jaz a muito tempo
Habitando um corpo inóspito
Que se vive e só vive
A espera da própria morte.

(J.L.)

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