Deixo aqui um pouco de mim. Deixe-me um pouco de você!





Hoje nenhuma palavra vinda de ti

Ser-me-ia verdade

Porque o peso da mentira

Da tua mentira infame

Ficou sobre meus ombros

O som da tua voz imperiosa

Tão certa que dizia e clamava um tempo

Um tempo que sabia não existir

E me subjugava ao cerne da compreensão

Aquela que só tu sabias ter

Hoje nenhum gesto ou atitude tua

Mudariam meu olhar e minhas palavras

Não espero nada, nem nenhuma aproximação

Porque ao nada se assimilaste para mim

E ao esmo dilato este amor mentiroso que era sem fim.

(J.L)


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