Deixo aqui um pouco de mim. Deixe-me um pouco de você!



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Hoje nenhuma palavra vinda de ti

Ser-me-ia verdade

Porque o peso da mentira

Da tua mentira infame

Ficou sobre meus ombros

O som da tua voz imperiosa

Tão certa que dizia e clamava um tempo

Um tempo que sabia não existir

E me subjugava ao cerne da compreensão

Aquela que só tu sabias ter

Hoje nenhum gesto ou atitude tua

Mudariam meu olhar e minhas palavras

Não espero nada, nem nenhuma aproximação

Porque ao nada se assimilaste para mim

E ao esmo dilato este amor mentiroso que era sem fim.

(J.L)




Bem mais além de mim

Peito sufocado e ardente

Pensamento atordoado

A insanidade da ira

Há horas que me fecham

Neutralizando o que é bom

E não vejo, nem quero menos

Que comer o prato frio

Pecado ou não

O ódio inflama

E sua chama destrói

Tudo o que um dia foi bonito.

(J.L.)




Quando dizem que certos amores se transformam em ódio eu acredito

Por causa daquele olhar doce que se transformou em amargura

Por causa daquele riso belo que se perdeu no silêncio

Por causa daquelas palavras simples que tornaram-se duras

Por causa daquele coração bonito que fechou-se para o infinito

Pobre menina!

Antes era amor, agora é ira.


(J.L.)