Deixo aqui um pouco de mim. Deixe-me um pouco de você!





Tão torpe meu pensamento

Neste inicio de noite que se forma

E toma-me indiscutivelmente

Num drama fulgente de vida


Nem som, nem cor

Não há nada de contente

Que ser busca viver

Sem esperança e sem crença?


Se vai mais um dos muitos

Que escondo pelas trilhas dos becos

Na calada das noites escuras


Não há luz nestes dias

Posto que de dia é madruga

E a madrugada nunca se torna dia.


(J.L.)


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