Deixo aqui um pouco de mim. Deixe-me um pouco de você!



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Quando olho as cicatrizes
Lembro que muito doeu
Que foi sofrido
Que tantas lágrimas derramei

Houve noites intermináveis
Dias difíceis
Horas de revoltas
Minutos de silêncios profundos

E o tempo foi um bom remédio
Sarou as feridas
Deixou marcas
E uma grande lição

Superei
Amadureci
Não esqueci
Sobrevivi.

(J.L.)




Hoje escutei aquela musica

Que cantei muitas vezes pra ti

Quando ouvi o toque do violão

O aperto tomou meu coração


É tão triste recordar

O que a canção era esperança

E que o momento me fazia só

Tão só, lembranças apenas...


Não sei porque ficam tantas marcas

Eu queria que fosse diferente

É por isso que eu preciso estar distante

Para nunca poder te sentir presente.


(J.L.)




Vou para onde devo

Longe de mim mesma

Deixando para trás

O que não acredito mais


Vou para onde devo

Distante das ilusões

Sozinha caminho

Vou pra longe das multidões


Vou para onde devo

Sem nada a esperar

Passos lentos no caminhar


Mas onde quer que vá

Oh sim! Levo em mim

As dores que fazem chorar.


( J.L.)




O tempo não me tem sido bondoso

Não sei cuidar de minhas feridas

Estão todas abertas, expostas

Sujeitas as bactérias das mágoas

Não, não se esquece grandes machucados

E mesmo que sarem ficam as cicatrizes

Que nos remetem a lembranças

A uma dor ditada pela alma

Para estas feridas não existe remédio

Engana-se quem pensa que volta a ser como antes

O ferido é que fica marcado

É quem derrama as lágrimas.

(J.L.)