Deixo aqui um pouco de mim. Deixe-me um pouco de você!




Mostrando postagens com marcador medo. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador medo. Mostrar todas as postagens


Minha beleza é te impulsionar
Meu amor extremo é ser aberto
E não te sufocar
É deixar você navegar  como desejas
E seguir o rumo que procuras

Meu amar é assim
Te dar sustento ou tranquilidade em minhas águas
E até me revoltar
Quando esquece como se deve navegar
E receber a tempestade que vem

Eu te observo e te detenho
Mas não me pertences
Por horas, vive a tantas margens
E tem medo do meu  infinito desconhecido
De adentrar em meus mistérios

Se me vens eu te recebo
E também te deixo ir
Tenho minha liberdade de ser quem sou
Como tens a tua de seres quem és
E quando juntos, somos esperançosos de nós.


 ( J.L .)



Quem já sofreu por amor

Quem já sofreu por paixão

Sabe falar de dor

Sabe falar de ilusão

Quem já viveu tanto sofrimento

Quem já chorou sem entender

É difícil encontrar um alento

É difícil sorrir por querer

Quem já acreditou em um olhar

Sente muito medo de amar

Não sabe mais como se entregar

Quem já acreditou em feliz ser

E aos sonhos fizeram perecer

Sente o medo, como sinto por amar você.


(J.L.)






Não sei porque ela me faz lembrar
De um tempo tão distante
De um passado errante

Me dá aquela tristeza
Que não sei definir
É a recordação que me faz sentir

E pergunto: será?
Porque eu lembro tanto de tantas coisas?
Sendo que elas já se foram. Ou não foram?

Ah chuva
Porque tive tanto medo
Por quê?

Agora resta o infortúnio
Do que não foi
Por medo do que podia ser

Será tudo tempo?
Como cada chuva tem seu momento?
Será?


(J.L)



Não , eu não tenho medo de encarar meus erros
De dizer o que sinto e como sinto
Não tenho medo de mudar
Eu mudo por precisar

Eu não tenho medo da vida
Eu tenho medo das pessoas
Que vivem aqui e não conseguem se encontrar
Vestidas com máscaras que enganam o olhar

Eu não tenho medo da verdade
Eu tenho medo da mentira
Que engana torpemente
Porque mentira é vicio difícil de curar

Eu não tenho medo do cansaço
Nem das lutas que tenho que travar
Eu tenho medo é de não saber onde quero chegar
De aos outros enganar

Eu não tenho medo de sonhar
Nem de os sonhos realizar
Eu tenho medo é de não ter senso de humanidade
E em outros pisar

Eu não tenho medo de felicidade
Eu a busco incessantemente
Eu tenho medo é de quem não sabe como ser feliz
E só olha pro seu nariz

Eu não tenho medo de muitas coisas
Mas o que eu realmente tenho mais medo
É de me esquecer de Deus depois de tudo que vivi
E esquecer da Verdade pregando falsa moralidade.


(J.L.)