Deixo aqui um pouco de mim. Deixe-me um pouco de você!



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Eu vivo talvez para consumir-me em  rimas
E me deleitar em versos
Sombrios e incompreensíveis
De uma vida que penso entender

Que penso ser arte
Ou arte dela tento fazer
Criando motivações
Quando nada tenho pra me convencer

E pensando numa felicidade
Que talvez não me pertença aqui
Porque espero o inesperado
O incomum surpreendente

Vivendo sem entender
Entendendo o que pode ser
E o não ser que se faz perder
Tão logo em meu ser.


(J.L.)


Eu gosto de ser assim
Tão solta, tão eu
Sem apetrechos, ou etiquetas
Limitada ao “querer agradar”

Gosto de fazer o que quero fazer
Cantar, dançar, pular
E me sentir assim
Tão livre para ser eu mesma

Não me ater a pensamentos pequenos
De medidas e comportamentos
De contenções e adequações
Gosto do leve sem restrições

E gosto do riso tão fácil
Da gargalhada expressa
Do meu eu assim
Tão simples querendo ser feliz.


(J.L)


Eu mesma nessa mistura tão pura de ser
gente, triste ou contente, mas eu mesma.
Sempre eu mesma...


(J.L.)