sábado, 5 de maio de 2012
Marcadores: aproveitar, carpe diem, sem depois, vida, vida é agora 0 comentáriossegunda-feira, 30 de abril de 2012
Marcadores: caminho, passo, passo da vida, vida 0 comentários( Letícia Thompson )
sexta-feira, 13 de abril de 2012
Marcadores: a vida ensina, aprendiz, vida 0 comentáriosdomingo, 26 de fevereiro de 2012
Marcadores: comodidade, supérflua, surpreendente, vida 0 comentáriosquarta-feira, 22 de fevereiro de 2012
Marcadores: alma triste, dias tristes, morte, tristeza, vida 0 comentáriosdomingo, 12 de fevereiro de 2012
Marcadores: aproveitar, ida, vida 0 comentários
E vou nestas trilhas
A contar e a querer mais
Horas sem saber, horas tanto faz
Em pleno êxtase do demais
E se ao menos eu entendesse
E então perdesse o endereço
Dos caminhos perdidos aqui
Dos fatos, do passado que teima vir
Seria mais, um pouco mais de mim
Que briga, que chora ou que rir
Desta vida que grita enfim
Mais sopro nas narinas por vir
Que já não haja um olhar ou passo prepotente
E que este presente seja claro e coerente
Há uma imensa jornada à frente
Que me espera e que espera a gente...
(J.L.)
domingo, 5 de fevereiro de 2012
Marcadores: caminho, presente, vida 0 comentários
Nquela grande curva da existência
Segue uma longa estrada
Sou aquela busca incansável e sem medida
Da vida que quero
Quando olho para trás
Vejo todo o caminho percorrido
E o cansaço parece dominar
Porque foi difícil tal jornada
Não se sabe o que tem adiante
Fica o receio do próximo passo
Da próxima virada
O medo e receio do por vir
Afinal que sentido se pode dar?
Diante do mistério que se revela por segundos
Que caminho trilhar?
Diante dos rumos apresentados
Viver às vezes confunde
A vida tem lá seus precipícios
Que hora ou outra é preciso arriscar
Que é preciso acreditar e avançar
Não tem como se antecipar
Há acasos, escolhas e decisões
A mistura de altos e baixos
De alegrias, tristezas e aprendizagem
Lá estou eu, na curva da minha vida
Querendo não mais olhar atrás
Esquecer o que ficou...
Vou seguir sim adiante,
Mas bem lá vai ficar
Uma parte de mim...
Se não fossem as curvas
Não saberia que às vezes é preciso parar
E que também é necessário arriscar
Deixando em cada curva o que é preciso deixar.
(J.L.)
sexta-feira, 30 de dezembro de 2011
Marcadores: caminho, curva, estrada da vida, vida 0 comentários
Vou escrevendo a vida
Rimando os traços passados
Vou deixando as marcas
E fazendo versos a cada passo
Deixando recordação
Imaginando mais sonhos
Sufocando algum amor
Compondo também a dor
Vou e fico em linhas
Carregadas de tantos sentimentos
Umas expostas a muitos
Outras recolhidas ao intimo
Às vezes me toma tamanha ausência
Consumindo algum talento
Que fere e é tormento
Que não escrevo e é silêncio.
(J.L.)
terça-feira, 27 de dezembro de 2011
Marcadores: As Dores do Silêncio, escrever, silêncio, vida 0 comentários
Por pior que seja um homem ninguém tem o direito de tirar-lhe a vida.
Eu sei e penso muito, muitas vezes, que, o mal que fazem devem pagar, mas daí a tirar a vida do outro eu não concordo.
Já fui vitima, já deixei a ira me aplacar, já desejei que morressem, já quis a justiça com as próprias mãos praticar. Quando sentimos dor, quando nos tiram o que amamos, que sentimentos poderíamos ter? Se não estes? Mas ainda bem que logo recriminei estas minhas atitudes e pensamentos.
Não há nada melhor que a justiça de Deus que no seu tempo Ele fará, nós que ousamos em nos sentirmos melhores que outros, mais merecedores, mas não somos mais que nenhum outro.
Tiraram uma vida ! Mais um jovem se foi... Pode até haver motivos, mas onde está a razão disto? A ira humana nos aparta da realidade de filhos de Deus. Esquecemo-nos do que somos para sermos o que não somos, para agirmos diferentemente , fora dos desígnios para o qual fomos criados.
Um jovem se foi! E quem sou eu para julgar seus erros? Eu sei que hoje sofre aquela família pelo fim, talvez premeditado e nisto não há glória. Tirar a vida de um semelhante é desassemelhar-se.
Desejo profundamente, que não nos envolvamos cada vez mais neste egoísmo que nos impede de olhar o próximo. Que finde em nós as razões e justificativas para que a caridade seja esquecida.

Se você pensa que os outros é que sempre são isso ou aquilo; que a vida lhe ensine a olhar mais para você mesmo. Se você pensa que viver é horizontal, unitário, definido, monobloco; que a vida lhe ensine a aceitar o conflito como condição lúdica da existência. Tanto mais lúdica quanto mais complexa. Tanto mais complexa quanto mais consciente.Tanto mais consciente quanto mais difícil. Tanto mais difícil quanto mais grandiosa.
Se você pensa que disponibilidade com paz não é felicidade; que a vida lhe ensine a aproveitar os raros momentos em que ela (a paz) surge.
Que a vida ensine a cada menino a seguir o cristal que leva dentro, sua bússola existencial não revelada, sua percepção não verbalizável das coisas, sua capacidade de prosseguir com o que lhe é peculiar e próprio, por mais que pareçam úteis e eficazes as coisas que a ele, no fundo, não soam como tais, embora façam aparente sentido e se apresentem tão sedutoras quanto enganosas.
Que a vida nos ensine, a todos, a nunca dizer as verdades na hora da raiva. Que desta aproveitemos apenas a forma direta e lúcida pela qual as verdades se nos revelam por seu intermédio; mas para dizê-las depois.
Que a vida ensine que tão ou mais difícil do que ter razão, é saber tê-la. Que aquele garoto que não come, coma. Que aquele que mata, não mate.
Que aquela timidez do pobre passe. Que a moça esforçada se forme. Que o jovem jovie. Que o velho velhe.
Que a moça moce. Que a luz luza. Que a paz paze. Que o som soe.
Que a mãe manhe. Que o pai paie. Que o sol sole. Que o filho filhe.
Que a árvore arvore. Que o ninho aninhe. Que o mar mare. Que a cor core.
Que o abraço abrace. Que o perdão perdoe. Que tudo vire verbo e verbe. Verde. Como a esperança. Pois, do jeito que o mundo vai, dá vontade de apagar e começar tudo de novo.
A vida é substantiva, nós é que somos adjetivos.
(Arthur da Távola)
sexta-feira, 9 de dezembro de 2011
Marcadores: a vida ensina, Arthur da Távola, vida 0 comentários
São os versos um alivio
Quando a alma grita
Quando a tristeza invade
Sem saber começo a escrever
Sem me importar com formas
Quero mesmo é espairecer
Nas linhas há liberdade
Sinto-a deslizando nos dedos
Nas rimas
Não me importo com nada
Nem com quem possa ler
Dificilmente alguém vai entender
Versar me esvazia
E me domina
Minha poesia, vida minha.
(J.L.)
domingo, 20 de novembro de 2011
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O tempo não está ao nosso favor
O tempo vai...
Independente de mim e de você
Tudo girando, o Mundo acontecendo
E a gente adiando o amor, a paz, a verdade...
Quando pensares em fazer algo bom
Não percas este tempo
Deixar para amanhã as alegrias de hoje
É adiar a felicidade de agora que pode se multiplicar
Do amanhã nada sabemos
E o que levaremos, se levaremos
É o que hoje fizemos e vivemos
Faça um favor ao tempo
De não deixar a vida ficar sem tempo.
(J.L.)
quarta-feira, 2 de novembro de 2011
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E essa vida que tento decifrar
Por entre sonhos e obstáculos
Por entre noites e dias a clarear
Vida que tento amar
Que por vezes me faz chorar
E simplesmente me deixa solta
Vai e vem o que me vem
E seu mistério é seguir
O que se tem, o que se espera
Do muito que tento aprender
Feliz ou não por ela tenho de passar
Por ela tudo vai passando
E eu pensando em ter
Esta vida que tento viver.
(J.L.)
domingo, 23 de outubro de 2011
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Estou certa de que quero subir a colina
Independe do que possa encontrar
Sol e chuva posso enfrentar
Em busca do sol que mais perto está
Se há uma incerteza eu não quero lembrar
Nem alimentá-la
Eu quero é prosseguir
Firme nos sonhos que estou a perseguir
Do alto eu posso ver
Todos os vales que ainda irei passar
Esta colina me faz pensar
Das forças que ainda vou precisar
Vou me lançar neste abismo
Vou respirar este ar
Não, não é abismo a vida
É tudo que eu posso conquistar.
(J.L.)
domingo, 16 de outubro de 2011
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Passo os dias nesta luta insana
De viver sem contar a idade
Sou homem selvagem em adaptação
Habitando esta era da sociedade
Meus olhos vêem os escombros
Meus pés vacilam e as vezes afundam
Grito e gemo de dor
E por vezes não tenho nenhum favor
Vida tirana esta minha
Com ares fortes e revoltos
Mãos calejadas da lida
Eu vejo o novo adiante
O horizonte que desponta
E meu instinto em sol radiante.
(J.L.)
















