sábado, 23 de julho de 2011
Marcadores: alma triste, dias, dias tristes, dor, tristeza 0 comentários
O coração que muito chora
Chora porque amou
O coração que sorrir
Sorrir porque ama
O coração que nem chora nem sorrir
Que dor!Ainda não encontrou um grande amor.
( J.L.)
quarta-feira, 29 de junho de 2011
Marcadores: amor, chora coração, coração, dor 0 comentários
São os gritos que gemem
São os gemidos que sussurram
São os sussurros que lamentam
São os lamentos que choram
São os choros que agonizam
São as agonias que sufocam
São os sufocos que matam.
(J.L.)

Desta vez foi a pior vez
Acreditei além
Enganei-me por demais
Desta vez eu me perdi
Vivi a história só
E minhas páginas eram bem mais
Desta vez não mais desejo
Nem palavras, nem olhar
A hipocrisia fala assim
E por isso feriu em mim
Desta vez eu volto a ser sozinha
Como sempre deveria ter sido
Porque de tanta ferida
Já não tem mais dor pra ser sentida.
(J.L.)
terça-feira, 3 de maio de 2011
Marcadores: desilusão, desta vez, dor, falso amor 0 comentários
Sinto a lágrima que cai
Doendo no íntimo da alma
Queimando-me sem pudor
Pela ferida que deixou
Ó dor que não me abandona
Que não há como remediar
Trepida meu pensamento
Dilacerando todo o limiar
Cai a noite o meu pranto
Sedenta de alento calmante
Pelo que não há como curar
É o amor doído e traído
Pelo jurar do teu amar
E repudiado só sabe chorar.
(J.L.)
sábado, 9 de abril de 2011
Marcadores: amor, chorar, choro, dor, dor de amar, lágrimas 0 comentáriosA vida é tão imediata!
As vezes um amigo se vai sem saber que queríamos tanto vê-lo.
Quando pensamos que temos tempo, já não o temos mais.
E o tempo, as vezes é cruel. Não permite que voltemos, que haja despedida, que digamos o que existe em nosso ser. E as pessoas se vão...Para não mais voltarem...
Sem ao menos saberem o que deixaram em nós. Sem ouvir nossas saudades do tempo que permanecemos unidos.
A morte distancia a carne mas eu ainda creio no reencontro. Na vida que há de vir depois de passarmos por este espaço de vida humana, onde Deus nos permitirá, não somente estar alguns anos com aqueles a quem amamos, mas nos dará toda a eternidade para celebrarmos com alegria infinda a glória da amizade que começamos a provar aqui na Terra.
É! O tempo não Pará! E as vezes nem usufruímos do tempo que nos cabe.
Um dia nos veremos e teremos o encontro que o tempo em vida nos roubou.
Decanse nos braços de Deus Amiga!
(J.L.)

Não nasci para ser esposa
Não nasci par ser mãe
Eu até sonhei um dia
Mas alguns sonhos se esvaem
Talvez eu tenha nascido para meditar
Para escrever e do amor apenas falar
Para poematizar a vida
Falando de dores, alegrias e lembranças
Eu sei que por mim a família não vai se perpetuar
Por isso eu gero versos e rimas
Num esplendor doloroso como as mães
Dói o nascer do porquê não nasci para ser.
(J.L.)
quarta-feira, 16 de março de 2011
Marcadores: dor, mãe de versos 0 comentários
O peito aperta
Não há como descrever
Falta-me a respiração
E a visão fica turva
As mãos tremulas
Lágrimas escorrendo
Frio no estomago
E todo o corpo quente
Muito quente...
Está doendo
Ferida intrínseca
Angústia que começa
De dor que não se pode gritar.
(J.L.)

Quando me vem o silencio
Nas noites intermináveis
Povoadas de pensamento
Que chegam para calar apenas
Quando me vem a tristeza
Torpeza da fragilidade
Alimentada pelas lágrimas
Que rolam na alma sem paz
Quando me vem o infortúnio
Do que sou pelo que não sou
Registrados na essência
Que flagela o ser sem compreensão
É quando vem tudo e mais um pouco
Do que me dói e tortura
De quando sentido não mais se encontra
E que buscas são vãs e só se espera o fim
É quando me cai a insônia da madruga
Revestida de real morte em vida
De uma vida sem vida
Sem cores, nem sons, nem palavras
Já não sou quem procurava ser
Para ser o que me fizeram
Roubada dos sonhos, do tal amor
Ser apenas a melancolia da história minha.
(J.L.)
quinta-feira, 27 de janeiro de 2011
Marcadores: dor, infortúnio, insônia, lágrimas, melancolia, morte, tristeza 1 comentários
Eu chorei o que não podia
Eu chorei o que não devia
Eu amei o que não posso e nem devo
Por isso eu chorei...
Eu chorei meu erro errado demais
Eu chorei meu pranto doído de doer
Eu amei o errado, eu errei no amor
Por isso eu chorei...
Eu chorei por minha esperança
Eu chorei até por ser especial
Eu amei a ilusão de que podia ser especial
Por isso eu chorei...
Eu chorei também a lembrança
Eu chorei a desconfiança
Tudo porque amei sem cobranças
Por isso eu chorei...
Eu tento rir na convivência
E por dentro derramo lágrimas sem cessar
Eu chorei e choro a dor de amar...
(J.L.)
sexta-feira, 21 de janeiro de 2011
Marcadores: chorar, dor, dor de amar, lágrima 0 comentários
É tão incerto meu caminho
É tão concreta minha dor
É tão sufocante os tormentos
É tão distante minha paz
Todo dia dói!
Todo dia tenho o misto de choro, de raiva, de aceitação, de perdição
Todo dia penso, repenso, espero, não espero
Todo dia entendo, não entendo, sei, não sei
Todo dia ganho e perdo, vem e se vai
Todo dia é nada!
Onde me perdi eu me pergunto
Onde fiquei? Queria buscar-me
Queria encontrar-me novamente
Todo dia eu sinto saudade
Como dói o dia!
Todo dia dói voltar pra casa
Todo dia dói quando a noite chega
Todo dia me corrói o peito
Todo dia se angustia a alma
Todo dia é nada!
Todo dia me bate a solidão
Todo dia me chora o coração
Todo dia a madrugada tem me pertencido
Todo dia pareço ter morrido
Todo dia dói!
(J.L.)

Sem querê-las
Sem detê-las
Elas vêm
Molham meu rosto
Escorrem...
Caem ao chão
E também molham o colchão
São ligeiras
Certeiras nas noites de solidão
São quentes
Correntes
Totalmente descontentes
São precisas
Incontroláveis
São lágrimas
Por dor
Do desamor.
(J.L)
segunda-feira, 3 de janeiro de 2011
Marcadores: desamor, dor, lágrima 0 comentáriosComposição: Nelson Cavaquinho / Guilherme de Brito / Alcides Caminha
Tire o seu sorriso do caminho
Que eu quero passar com a minha dor
Hoje pra você eu sou espinho
Espinho não machuca a flor
Eu so errei quando juntei minh'alma a sua
O sol não pode viver perto da lua
Tire o seu sorriso do caminho
Que eu quero passar com a minha dor
Hoje pra você eu sou espinho
Espinho não machuca a flor
Eu so errei quando juntei minh'alma a sua
O sol não pode viver perto da lua
É no espelho que eu vejo a minha magoa
A minha dor e os meus olhos rasos d'agua
Eu na sua vida já fui uma flor
Hoje sou espinho em seu amor
Eu so errei quando juntei minh'alma a sua
O sol não pode viver perto da lua
Tire o seu sorriso do caminho
Que eu quero passar com a minha dor
Que eu quero passar com a minha dor

A dor me faz prisioneira
A solidão me é companheira
A razão conselheira
Os olhos traiçoeiros
O sorriso faceiro
E o orgulho em primeiro
E o coração?
Este magoado
Retalhado
Muito sofrido
O amor a tempos esquecido
Mas não arrependo-me de ter vivido
Um amor não correspondido
Porque amei de verdade
E muitos não sabe o que é isso.
(JL)








