Deixo aqui um pouco de mim. Deixe-me um pouco de você!



Mostrando postagens com marcador amor. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador amor. Mostrar todas as postagens






Eis as três virtudes teologais!



A Fé que nos faz crer em Deus, esperar Nele, depositar nossa confiança. A Fé não nos garante milagres, ela nos transforma, reaviva em nós a chama. É a permissão que damos para que o Espírito Santo de Deus opere em nós com a consciencia de quando rezemos: Seja feita a Tua vontade!

A Esperança é o ato de manter vivo em nós a espera da Glória de Deus. A vida pode parecer dura, sem motivos ou razões mas é a Esperança que nos permite continuar mesmo quando pensamos não suportar. É quando tudo parecer escuro podermos enxergar uma luz e rumar para ela, é quando tudo parecer confuso e nos encontrarmos sem forças continuar a rezar. Por que? Apenas porque esperamos e acreditamos que Deus está conosco ainda que nosso coração esteja endurecido e não pudermos percebê-lo.


O Amor, é paciente, bondoso, não tem inveja, não é orgulhoso, não é arrogante, não escandaliza, não se irrita, não guarda rancor, não se alegra com a injustiça mas sim com a Verdade, tudo desculpa, tudo crê, tudo espera, tudo suporta. O Amor tem Fé! O Amor tem Esperança! Por isso o Amor é a maior das virtudes.


Ainda que tenhamos toda Fé, toda Esperança mas se não tivermos Amor, nada seremos. O Amor está nos pequenos detalhes, desde um sorriso a um olhar, o Amor nunca procurou holofotes e atenção, o Amor só sabe amar, mesmo quando não reconhecido, é só meditar sobre a vida de Jesus que podemos ver , Ele foi cuspido, ferido, condenado à morte e morte de Cruz, Ele nos amou e amou até o fim. O Amor por vezes é sacrifício! Jesus foi sacrifício! Prova de Amor de um Deus que amou tanto que deu seu único Filho para nos salvar. Quando tudo estiver ao contrário procure o Amor dentro de si, é só o Amor, é só o Amor que nos dá sentido na vida.

 

(J.L.)

Para mais reflexões leia:
I Coríntios 13



Ao assistir o filme da Malévola,não pude deixar de perceber as pessoas, primeiramente tanta gente adulta assistindo a uma fábula, estória de criança, seguido de tantas expressões e interjeições meigas, ora a indignação pela maldade, surpresa pela surpresa, fiquei admirada com o público que estava totalmente envolvido pelo enredo.E assim fui refletindo, vendo a sensibilidade das pessoas que ali estavam, talvez estivessem revivendo a infância quando a gente se deliciava com as estórias e fantasias que nos eram contadas.

Eu ali, pensando e me perguntando: O que cada um está sentindo? Aonde foram remetidos com este filme? E fui tomada de inúmeros pensamentos, um deles, sobre o título "Malévola: Dona do mal". Dona? Sim, dona do mal porque pôde dominá-lo, porque diante de todo o infortúnio sua escolha foi pelo Amor. Estava ao seu alcance, o Bem ou o Mal, a Paz ou Guerra, a Vida ou Morte... Estamos sempre diante de escolhas, é o que optamos que se reflete em nossa vida. É o que existe no fundo do nosso ser que se manifesta, ao ponto de muitas vezes nos ferirem, só o Bem se doa, só o Amor se sacrifica mesmo que a rejeição tenha lhe partido o coração. Dominou sua própria fúria, dominou seu orgulho, o desejo de vingança, dominou a si mesma e pôde ver quem era, pôde deixar fluir o melhor de si e foi
rendida defendendo o ser amado e isso a fez ressurgir das cinzas.
 
Ora, ora! O Amor por vezes parece praga, mas certamente é o que pode nos fazer melhores.
Ali, entre o Bem e Mal, percebendo as pessoas, fui tomada por uma esperança, essa que tantas vezes indago e questiono e ao mesmo tempo envolvida de súbito pela dúvida, mas é preciso escolher. Ao final, depois de ouvir os aplausos , percebi que essa esperança não era só minha, acreditei então, que existiam muitos que ainda acreditam no Bem e no melhor das pessoas e só espero que cada um possa sempre escolher o melhor de si e assim possamos nos alegrar jubilosos vendo as flores que permitimos crescer, por dominar aquilo que temos de pior e deixarmos crescer o que é belo ao nosso redor pelas escolhas que fazemos. 

(J.L.)




"O Amor nela era tão intenso que a consumia com suas incógnitas de ser desprezado
Ser tão sentido sem esperanças, que dia após dia se desconstruía
Só para ela viver um pouco mais."

(J.L.)



Ele olhava ela e sabia quem era ela
Sentia sua frieza
Seu esforço para não mais mergulhar em sentimentos

Ele olhava ela e podia ver as coisas que ela nunca disse
Suas incredulidades e suas esperanças tão contidas

Ele olhava ela e podia sentir o que ela não demonstrava
Sua felicidade em vê-lo
E sua entrega tão íntima

Ela sabia que ele a entendia
E no seu abraço morriam todos os medos
Porque ela nunca esteve tão certa daquilo que sentia.

(J.L.)



Foi assim a primeira vez que te vi
Não acreditava em amor à primeira vista
Sempre fui muito racional
Te vi e o mundo girou
Meu coração acelerou
Naquele momento eu senti
Você já estava em mim

Não sei dizer mesmo se foi o olhar
Se foi o sorriso ou se foi de observar
Mas por que te observei?
Quem poderá explicar?!
Te amei e por um instante tudo parou
Parecia que só existia eu e você
E nada mais pude entender

Não é obsessão
Não é capricho
É como se já soubesse
Que você era o que eu sempre quis
Se existe encontro de almas
A minha te encontrou
Você pode até não lembrar
Mas meu ser lembrou

Talvez seja por isso
O nosso jeito tão aberto
Nosso querer tão discreto
Talvez nossas almas saibam
E sempre se procuram
Em qualquer universo
Mesmo que o presente
Desperdice este afeto.

(J.L.)




Meu amor,
O lado bom de te amar é poder sentir o coração pulsar
Quando tantas vezes já deixou de acreditar
Quando pensava nem mais esperar
E ai pode te encontrar

Para trazer aos meus dias, mesmo os mais rotineiros
A sensação de não mais estar só
Estar na cama e não mais alcançar o vazio
E nas noites de chuva não sentir mais frio

Sei que não é perfeição
Descubro um pouco de ti todos os dias
E como eu buscavas alguém
Assim fomos atraídos um ao outro

Nosso amor reflete na íris
Nas conversas bobas e desprendidas
Quem ver pode até não entender
Mas no nosso abraço a gente entende.



(J.L.)




Nunca acreditei na tormenta
Sempre acreditei na paz do sentimento
No acolhimento terno
Na liberdade que se pode dar a quem se ama

Não temos ninguém para a gente
E nada pode garantir eternidade
A não ser a certeza de que pode mudar
E mesmo assim ainda continuar amando

Porque se verdadeiro não muda
Pode passar por fases
Como as estações
Nem tudo é primavera!

Aquela loucura cega nunca me pegou
Jamais me iludi com promessas
Só posso garantir os meus sentimentos
Não tenho domínio sobre outros

Sonhos se desfizeram em meus olhos
O amado escorregou pelas minhas mãos
Mas nada me pertence
A não ser o amor que em mim floresceu...

(J.L.)






Eram nossos olhos
Nossos risos bobos
As conversar à toa

Eram os acasos ou não
As intensões ou não
O querer que tínhamos

Eram os desejos
A vontade
O toque das mãos

Era o que não definimos
Só o que sentimos
Quando os lábios se encontravam.

(J.L.)


Nasceu de nosso silencio talvez
Do olhar primeiro
Daquele jeito sem explicação
Quando simplesmente acelera o coração

Dos risos fáceis
Das brincadeiras bobas
Dos jeitos sem jeito de falar
Não tem como a gente explicar

Nasceu do beijo desejado
Do risco calculado
Do desejo aprisionado
Da admiração observada

Dos minutos pouco aproveitados
Das noites sonhadas
Dos medos da recusa
E da vontade da coragem

Morreu, minuciosamente
Pelas mãos do Tempo incoerente
Das almas que se encontraram
Em um dia errado.



(J.L.)


Às vezes é só deixar o vento levar
Não é questão de lamentar
De se maldizer
E fechar as portas

Apegar-se ao que não é
Ao que nunca pode ser
Viver esperanças vagas
Sentir o peito doer

Às vezes é só fechar os olhos
E repetir para si mesmo
Não, não, não
Chega dessa ilusão

Seguir em frente
Olhar o caminho
Tem muita coisa bonita
Não precisa viver cegamente

Se é amor ou paixão ardente
Já chega de se perguntar
Liberta o coração
E ver com a razão

Às vezes é só deixar para lá
Como folhas de outono que secam
Como areia que muda de lugar
Quando se cansa esperar.


(J.L.)





Teu destino é estar em minhas águas
Ainda que por um lado desconhecido
Porque quando pensas não me pertencer
Tu te adentras mais em meus infinitos

Estar perto é sentir as ondas que meu coração revela
Afastar-se pode ser sentir calmaria
Mas ainda ali sou eu
Na vasta lembrança da tempestade que viro

Perto ou longe, atracado ou em mar aberto
Tu não serias barco se não navegasse
Se meu cheiro não te atraísse
Se minhas águas não te chamassem


Tu sabias disso
E como veleiro mesmo teimoso se resignava
Se rendia por querer mesmo
Porque imensidão é teu desejo

E tu se punha em coragem
De ir ao meu encontro
Deixando o leme do amor guiar
Meu Barco, sempre serei teu Mar.


(J.L)


Teus olhos em meus olhos
E todo o entendimento de nós
Dos segredos mais bobos
Dos desejos mais profundos

Nós somos como uma ingênua fome
Que não sabemos se temos
E na prova descobre-se o querer mais
Porque nem sabemos o porquê

Nós somos também o receio de sermos
O respeito pela inocência
A contrariedade do certo
O impulso do terno querer

Teus olhos em meus olhos
E toda a vontade que temos em nós
Que aumenta a audácia
Que salta nos abraços mais fortes

São teus olhos...
São meus olhos...


(J.L)


Quem disse que ela queria ele para ela?
Quem ousou pensar que ela exigiria dele alguma coisa?
Ela só queria ser dele quando ele quisesse ser dela
Caso contrário, ela gostava assim mesmo, de graça

Ela nunca quis o que não se permite para ela
O que não dispõe de algum tempo ou alguma atenção
Mesmo que fosse tão pouco ou quase nada
Ela insistiria na menor da menores oportunidades

Quando ele queria, ela estava lá
Para ser dele inteiramente no momento
Não para servi-lo mas para servirem-se
Ambos buscavam-se apenas

E ninguém poderia medir tal sentimento
Ela amava-o na pequena presença
E tentava multiplicar os minutos
E continuava amando-o na ausência

Ela só sabia que não se importava com o tempo
Ela tinha tempo para quando ele os beneficiassem
Ela só sabia que vivia amando, sentindo
Livremente ela caminhava para ele

Ela tinha a liberdade de querer ser dele
E não importava o que os outros pensassem sobre o Amor
Ela sabia exatamente o que sentia
E ele também.

(J.L)





Não se faça distante
Não se faça ausente
Não se abstenha das ações
Nem tão pouco pense que o amor quer caminhar só

O amor necessita de cuidados
Dos mais básicos possíveis, mais necessita
Mesmo que ele seja tão infinito
Se não tiver atenção, abraço, carinho, ele definha

O amor não se acostuma em ver o ser amado longe
Longe em distância, longe no perto
O amor se alimenta do olhar, do afago
Da suntuosa imaginação do que podem fazer juntos

Quando o amor fica abandonado ele fica amargo
Às vezes é difícil de reverter
E quando ele resolve se afastar é a pior de suas decisões
Onde cada passo é como se caminhasse para a sua morte
E como dói ele caminhando nesse rumo sem saber quando vai chegar.



( J.L. )



Esse amor que invade o peito
Que briga com a razão
Que enfrenta os riscos
E se joga sem noção

Que quer sentir o abraço
O aperto de mão
E entre o olhar furtivo
O acelerar do coração

Que planeja a ação
Que se perde e resgata com emoção
E se aquece no momento
No único ato de atenção

Esse amor, amor
Livre de pressão
Que se a gente entende
Entende que não faz mal não.

(J.L.)



Amei-te quando ouvi falarem de ti
Pelos ouvidos nasceu tal sentimento
E que alegria foi quando meus olhos puderam te ver
Quando apareceu naquela porta procurando por alguém
E foi eu que encontrei quem eu já amava sem ver

Amei-te quando ouvi sua voz, quando vi seu sorrir
Quando olhei seus olhos timidamente
Meu coração falava comigo: É ele!
E em poucos minutos você se foi dali
Mas depois deste dia eu jamais o esqueci

Ficamos amigos e era tão nítido o que sentíamos
Todos percebiam a reciprocidade, a conexão
Nossos olhos sempre se procuravam
Nossas mãos queriam estar juntas
Eu te amava e você me amava, eu sei

Você tentou, eu resisti
Era tão intenso que eu vivi as controversas
De querer e não querer
De sentir e não sentir
De te ter e não ter

E foi assim a vida inteira
Nos amamos na esperança
No adeus de cada partida
Na distancia que nos afastava
Na dúvida se gostávamos ou não um do outro

Foi esse platonismo louco
De sempre que ouvia teu nome
Ou sentia teu cheiro
Ou ouvia a chuva que tanto impediu nossos beijos
Que me inspirou tantos versos

Foi de detestar teus vacilos que recuei
Foi de ilusões de adolescente que mal conhecia a vida, pensei
Dos ciúmes bobos e orgulhos menores que criei
Foi das lágrimas e dor de não acreditar, duvidei
Foi de amar amando, nunca dito
Mesmo olhando-te profundamente

(J.L.)









É assim, quando você se encontra rodeadas pelos sentimentos
Amar, não amar
Sentir, não sentir
E você se pergunta por que tanto te maltrata se conheces tão bem
Esse amor que desde cedo tratou em decifrar, em escrever
Esse amor que tantas vezes renunciou mesmo não querendo
Esse amor que se calou mesmo querendo sorrir
Esse amor que precisou sufocar mesmo querendo sair
Esse amor regado pelas lágrimas e crescido pelas rimas de poemas
Se através dos versos e apenas ali pode amar de verdade e sem medo
De contar as felicidades que podia ter vivido
E expressar a dor de tanto ter sofrido
Sentir apenas foi a saída
E sobreviver amando mesmo não sendo amada.

(J.L.)


Quantas vezes nos enganamos no amor. Achamos que amamos e achamos que somos amados e depois quando o mínimo dos mínimos ou o limite do suportável bate à nossa porta o amor se esvai, acaba, finda, cria raiva, ódio, rejeição, lamentação, sofrimento...

E os olhos se abrem e nossa mente também, pensamos quanto tempo dedicado, quantas renúncias feitas sem valer a pena, quantos abraços podem ter sido em vão e quantas dúvidas se foi ou não foi amor.

A gente cai em lágrimas, em negações, às vezes nos agarramos a pequenas esperanças querendo que tudo mude, que tudo seja um mal entendido e desejamos que tudo possa passar e se passa dificilmente volta a ser como era.

Eu entendo que o amor é constante, amor não oscila, não tem medidor, amor não tem primeira vista tem inúmeras, amor é o descobrimento do outro.O amor é raro porque ele não é egoísta, amor é via de mão dupla, amor é amor quando se sacrifica, quando se doa e quer fazer dar certo. Amor é esforço diário, é decidir amar e acreditar todos os dias que podemos amar além das imperfeições do outro. Amor é doar-se para as alegrias e tristezas que a vida pode trazer.


Se não tens isso não é amor, não se engane, o amor não é de momento, de uma pequena empatia, de explosão de sentimento sem definição, no amor sabemos quem somos e o que queremos e por onde estamos caminhando, se você se sente perdido na relação ela não te levará a nenhum lugar.


Queremos sim ser amados, mas não vejamos amor no primeiro ato de delicadeza, às vezes é só delicadeza mesmo, se for amor se tornará melhor, porque o amor é assim, ele é capaz de nos tornar melhores, não pelo outro, mas por nós mesmos em querermos ser o melhor para o outro. Simples assim. Porque o amor é pura simplicidade, se é complicado já deixou de ser amor, porque ele não se prende aos complexos interiores, ele se manifesta em pequenos atos de quem livremente permite que ele brote. Apenas assim.

(J.L.)


A gente não precisa de promessas
Nem de juras de amor eterno
Somos tão livres e tão nossos
Doamo-nos um ao outro

Não há porque duvidar
Assim podemos acreditar
A gente se conhece tão bem
Somos riso fácil com sonhos além

Não nos complementamos
Somos um e um que se adicionam
Não há diminuição nem por menores
Sabemos compartilhar nossos sentimentos

Vamos vivendo nossos momentos
Sem nada nos cobrar
E caso não dê mais certo
Ninguém precisa se sacrificar.



(J.L.)


Aquele papo de “ Faço tudo por você” não é cabível no Amor. Da boca pra fora todo mundo diz o que quer,  quero ver enfrentar os percalços, saber aparar as arestas, manter o foco, superar distancia ou saudade, sem capricho algum, mas por ter a certeza do sentimento que disse que tem.

Que amor existe quando o outro se rende a um misero galanteio, rostinho bonito ou velha desculpa de que foi “tentação”? Que amor existe quando não se respeita nem o sentimento que se disse que tinha, quanto mais o sentimento que o outro possa ter.

Cada vez tenho mais convicção da banalização do Amor. Dois dias namorando alguém e já ta escrito em todas as redes sociais que se ama eternamente, que muitas vezes não dura nem seis meses e com términos em ódio. Não houve conhecimento suficiente para aprender um pouco se era amor, mas tava escrito e depois, ah depois sabe-se lá o que a mente absorve de tal relacionamento.

Quanta negligencia, de nossa parte mesmo, quando trocamos o certo pelo duvidoso, quando não sondamos o terreno, quando não dispomos de similaridades de pensamentos e principalmente quando não respeitamos o ser do outro. Quando por uma carência qualquer permitimos que estranhos entrem em nosso coração e que depois partem de forma a deixar ausências bem maiores, roubando o que há de melhor em nós.

Quantas caricaturas do amor encontramos? Quantas fazemos? Quantas admiramos? Quantas amamos?

Eu acredito no Amor e acredito que ele seja dócil, mesmo quando tantos o enfurecem, não há turbilhões, não há emoção a flor da pele, creio que haja calmaria, paciência, tranquilidade. Se o amor não te dá segurança, creio que não seja Amor. Viver incertezas é viver em desconfiança e que amor resistir a noites sem sossego?

Eu gosto de falar do Amor assim, como o sentimento mais simples que olha para o outro e está sempre em prontidão, ele não é bobo, ele é doação mas tem suas exigências, ele supera qualquer obstáculo, não mede distancias, ele é resistente, não se rende a joguinhos de sedução.

E quem pode garantir o Amor? Só quem sente! Quem não tem competência para isso, por favor, não diga que ama nem que fará tudo pelo outro. Sinceridade ainda é virtude admirável, salvou e pode salvar muitos depois.




(J.L.)